IA como parte domeu fluxo diário.
Uso IA em todo o ciclo de desenvolvimento para entregar mais rápido, pensar com mais profundidade e construir produtos melhores — sem abrir mão do raciocínio de engenharia e do julgamento humano.
Oito frentes,um só fluxo.
Onde a IA acelera o trabalho de ponta a ponta — da pesquisa ao deploy. A decisão final continua sendo minha.
- 01Automação
Automação de tarefas
Boilerplate, migrações, scripts, documentação e notas de release. A metade repetitiva do trabalho, fora da minha mesa.
- 02Pesquisa
Pesquisa técnica
Comparar bibliotecas, ler documentação nova, levantar padrões de arquitetura — a base, em uma fração do tempo de sempre.
- 03Análise
Análise e decisão
Quebrar requisitos, mapear fluxos, encontrar casos de borda e questionar premissas antes da primeira linha de código.
- 04Desenvolvimento
Código e desenvolvimento
Java, Spring Boot, Angular e Next.js — endpoints e componentes prontos para produção, seguindo o padrão do projeto.
- 05Prototipagem
Prototipagem rápida
Protótipos funcionais e MVPs enxutos no lugar de telas estáticas — validados antes de investir tempo de engenharia.
- 06Testes
Testes e validação
Testes unitários e E2E, revisão de acessibilidade, code review e QA — antes que o problema chegue ao usuário.
- 07Agentes
MCPs e agentes de IA
Claude, GitHub e servidores MCP no mesmo ciclo, compartilhando contexto em vez de trabalhar isolados.
- 08Produtos
Apps e produtos
Ferramentas internas e produtos completos colocados no ar com IA no fluxo — este portfólio incluído.
Como isso entrano meu dia.
Quatro regras que eu sigo — as duas primeiras ganham tempo e qualidade, as duas últimas garantem que nada suba sem alguém responder por aquilo.
Agente não é chat com ferramenta
Agente é o modelo rodando em laço: planeja um passo, executa, lê o resultado e decide o próximo — até fechar a tarefa ou bater num critério de parada. O que o separa de uma resposta de chat não é a qualidade do texto, é a autonomia ao longo de vários passos e a capacidade de causar efeito: abrir o arquivo, rodar o teste, ler a falha e voltar sozinho. É aí que o ganho de verdade aparece.
A IA escreve a maior parte — e escreve bem
Código, teste e documentação saem dela hoje, e saem em bom nível: o modelo acompanha o padrão do projeto e cobre caso de borda que passaria batido na pressa. Ela auxilia em boa parte do desenvolvimento, e isso me deixa gastar o tempo onde ele rende — decidir o desenho da solução.
Dupla camada de revisão
Nada sobe sem eu ler linha por linha. Depois disso, devolvo o mesmo trecho para a IA revisar de novo, com outro olhar: uma camada pega o que a outra deixou passar. Código que eu não sei explicar não entra — a responsabilidade pelo que está em produção é minha, não da ferramenta.
Às vezes é mais rápido escrever
Em problema pequeno e específico, explicar o que eu quero custa mais que fazer. Nesses casos escrevo direto — a ferramenta é meio, não obrigação.
Construído assim,e no ar.
O que uso,e para quê.
Lista curta de propósito — ferramenta que se usa uma vez por trimestre é ferramenta em que você é ruim.
Genilton Silva